Hoje, de manhã, fui ao estágio do Ginásio Clube do Sul, em Almada.
Um evento com aquela qualidade dá-me, no que respeita a matéria de escrita para o blog e ainda mais ao nível técnico, pano para mangas.
Podia escolher os ensinamentos do Sensei Pula, as correcções do Sensei Reinaldo, a quantidade de praticantes, a qualidade de instrutores presentes, o treino em si, etc.
Mas prefiro falar de parte da conversa mantida à mesa, durante o almoço.
A determinada altura falámos do estágio de Leiria e sobre a presença de instrutores de várias associações e da ausência de outros…
O Sensei Reinaldo proferiu uma frase repleta de sentimento: “o karaté não tem culpa das ideias das pessoas!”. Referia-se, neste caso concreto, à existência de instrutores a proibir os seus alunos de participar nos estágios de outras organizações. Mas sobre isso escrevi há pouco tempo…
O importante é realmente compreender o valor das palavras do sensei. Quando fazemos algo devemos ter em conta a nossa qualidade de karatecas e temos de estar conscientes dessa nossa condição. Quando alguém com responsabilidades toma decisões deve ter em consideração, acima de qualquer outra razão, o karaté!
O karaté deve ser um ideal transversal a todos os “agentes” desta arte marcial! Não podemos andar a transmitir ensinamentos e a praticar acções contrárias aos valores incutidos aos alunos!
Nunca devemos olhar num só sentido, a nossa visão deve ser periférica. Temos de desenvolver a capacidade de nos ver a nós próprios a partir de fora. Só assim vamos ajudar o karaté crescer.
Também sei que, alguns, muito mais interessados nos valores monetários que nos ideológicos, optaram por deixar de lado os importantes ensinamentos deixados pelos nossos antepassados.
O karaté, como diz e muito bem o Sensei Reinaldo, não tem culpa!
Um evento com aquela qualidade dá-me, no que respeita a matéria de escrita para o blog e ainda mais ao nível técnico, pano para mangas.
Podia escolher os ensinamentos do Sensei Pula, as correcções do Sensei Reinaldo, a quantidade de praticantes, a qualidade de instrutores presentes, o treino em si, etc.
Mas prefiro falar de parte da conversa mantida à mesa, durante o almoço.
A determinada altura falámos do estágio de Leiria e sobre a presença de instrutores de várias associações e da ausência de outros…
O Sensei Reinaldo proferiu uma frase repleta de sentimento: “o karaté não tem culpa das ideias das pessoas!”. Referia-se, neste caso concreto, à existência de instrutores a proibir os seus alunos de participar nos estágios de outras organizações. Mas sobre isso escrevi há pouco tempo…
O importante é realmente compreender o valor das palavras do sensei. Quando fazemos algo devemos ter em conta a nossa qualidade de karatecas e temos de estar conscientes dessa nossa condição. Quando alguém com responsabilidades toma decisões deve ter em consideração, acima de qualquer outra razão, o karaté!
O karaté deve ser um ideal transversal a todos os “agentes” desta arte marcial! Não podemos andar a transmitir ensinamentos e a praticar acções contrárias aos valores incutidos aos alunos!
Nunca devemos olhar num só sentido, a nossa visão deve ser periférica. Temos de desenvolver a capacidade de nos ver a nós próprios a partir de fora. Só assim vamos ajudar o karaté crescer.
Também sei que, alguns, muito mais interessados nos valores monetários que nos ideológicos, optaram por deixar de lado os importantes ensinamentos deixados pelos nossos antepassados.
O karaté, como diz e muito bem o Sensei Reinaldo, não tem culpa!

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